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Relato da viagem para Itália passando por Milão, Verona, Veneza, Palermo, Catânia e Cagliari

Relato da viagem para Itália passando por Milão, Verona, Veneza, Palermo, Catânia e Cagliari em um Roteiro de 18 dias.

Duomo em Milão
Catedral de Milão

Esse post foi enviado por uma leitora. Se você quer ver sua viagem aqui no Mochilão Barato, entre em contato conosco através da aba contato.

Com a palavra a nossa leitora Maria Emília, moradora de Campo Grande/MS.

O mochilão: relato da viagem para Itália

Esse é o relato da viagem cujo planejamento completo, com dicas para planejar sua viagem por conta própria, onde ficar, o que fazer e curiosidades está no post Roteiro de viagem para Itália. Não deixe de ler!

Viagem para Itália
Maria Emília e Jailson César.

Índice prático: navegue pelas cidades desse roteiro

Milão > Verona > Veneza > Palermo > Catânia > Cagliari > Milão

1) São Paulo

Saímos de Campo Grande dia 19/03 (terça-feira) para uma parada de dois dias em Sampa, nesse intervalo, como palmeirense que somos, fomos assistir Palmeiras x Ponte Preta (20/03), valido pelo Paulistinha. Jogo “mormo” mais Palmeiras ganhou de 1×0.

Dia 21/03 (quinta-feira) antes das 8 horas partimos rumo a estação do Tietê, o apartamento que alugamos fica ao lado do metrô Santa Cecília, então rápido chegamos ao Terminal Tietê. Compramos passagens para as 8:15 e descemos para a plataforma, onde o ônibus já estava aguardando os passageiros. Viagem tranquila, chegamos em Ribeirão Preto por volta das 12:30, chamamos um Uber e fomos para a Choperia Pinguim.

Depois de alguns chopes, outro Uber rumo ao Aeroporto Leite Lopes de Ribeirão Preto, chegando lá encontramos todo o elenco de futebol do Santos, tietamos e fizemos selfie com Sanpaole, Rodrigo, Everson, Gustavo Henrique.

O voo partiu no horário (16:50) rumo ao Aeroporto de Congonhas, de onde teríamos que ir para o Aeroporto de Guarulhos. Chegando em Congonhas por algum problema que não conseguimos saber e depois de esperar por quase duas horas, descobrimos que a linha de ônibus da Latam Aeroporto Congonhas x Aeroporto de Guarulhos só sairia às 21 horas. Como nosso voo estava programado para as 23:20 ficamos com medo de não dar tempo dos procedimentos alfandegário e embarque, partimos (e quase todas as pessoas da fila) para procurar o Airport Bus Service e tivemos que “morrer” em R$ 95,00 (para duas pessoas)

Chegamos em Guarulhos com tempo de sobra, como desde Campo Grande eu estava com problemas no meu joelho esquerdo, fomos na farmácia comprar alguns remédios, depois fomos ao KFC comprar um balde das “delicias” fritas e partimos para o check-in e imigração, já na sala de embarque conhecemos uma gaucha/italiana a senhora Maria Rosalina que reside no interior do RS e também em Monza, para onde estava viajando e de onde só vai retornar no final do ano, pois fica “dividida” entre o filho que reside no Brasil e a filha que reside na Itália.

Depois de algum tempo fomos informados que o voo teria um atraso e que iriamos “ganhar” um voucher de R$40,00 para lancharmos durante a espera. Somente às 3 horas começou o embarque, depois da decolagem e dos procedimentos, serviram o jantar (estava uma delícia ou era a fome, junto com a ansiedade).

2) Milão

Temperatura = entre 10° e 15°

Imigração na Itália

Voo tranquilo, chegamos em Milano por volta das 18 horas. Fila de imigração lotada, muitos voos chegando nesse horário, a grande maioria de coreanos, chineses, só sei que era todos de olhos “puxados” Quando fomos chamados, prepara a famosa “pastinha” entregamos o passaporte, o oficial da imigração pergunta o motivo da viagem, falamos “vocaciones”, pede para vê a passagem de retorno, dá uma olhada por cima na tela do celular e carimba o passaporte, assim, simples.

Ônibus Aeroporto de Milão x Stazione Milano Centrale

Na saída encontramos outra vez a Maria Rosalina, já em busca do ônibus para ir para a Stazione Milano Centrale, compramos para a empresa que estava de saída, ida e volta, para economizar uns euros e logo o ônibus partiu. Depois de uma hora de viagem chegamos na Stazione, nos despedimos da nova amiga que ia partir para Monza (já tinha um carro esperando por ela) e entramos na estação (os ônibus param na praça em frente a estação) para procurar a loja da Vodafone, mais já estava fechada, achamos a Tim, mais resolvemos voltar no outro dia.

Stazione Milano Centrale
Stazione Milano Centrale

Hospedagem em Milão

Andamos um pouco pela estação (arquitetura maravilhosa), na saída encontramos dois Carabinieri e perguntamos o rumo do Ibis, eles informaram, mais nós nos enganamos com a direção e demos uma volta imensa, tendo parado num restaurante oriental, onde o proprietário foi super gente fina e depois de pesquisar no Google Maps (que falta faz uma internet) nos mostrou a tela e explicou direitinho, depois de uma longa caminhada desnecessária chegamos ao Ibis.

Nos registramos, deixamos as mochilas e resolvemos sair outra vez, caminhamos pelos arredores da estação, como era sexta-feira, muitas pessoas pelas calçadas bebendo o spritz (o mais famoso drink italiano), voltamos ao restaurante oriental para comer e passeamos mais um pouco pelas ruas cheias de gente, não achamos perigoso. O cansaço bateu, era hora de retornar e ter aquele merecido sono em uma “cama de verdade”

Chip de celular

Apesar do cansaço da véspera, a noite foi bem dormida, então acordamos cedo e bem dispostos, saímos para uma caminhada matinal, somos até a Stacione verificar o horário dos trens e comprar o chip, o da Vodafone custava 30€, o da Tim 22€, para um plano de 40 GB. Jailson comprou e ativou o dele na hora eu não e me arrependi depois.

Passeando por Milão

No entorno da estação muitos imigrantes, muitos trabalhando como ambulante, mais muitos pedindo dinheiro, bebendo e fazendo arruaça na praça.

Paramos numa padaria para tomarmos um café, perguntamos o preço, 1€, pedimos dois, quando chegou, só um pouquinho de café numa xícara pequena, mas o sabor, esse sim, puro café. Depois descobrimos, café expresso é pequeno e puro, café americano é grande e ralo.

Andamos bastante no entorno da estação, então retornamos ao Ibis, pegamos nossas mochilas, fizemos o check-out e fomos outra vez para a Stacione, dessa vez para partir rumo a Verona.

No wifi do Ibis tinha mandando mensagem para a anfitriã de Verona, Lucia, mas como estava sem internet não vi a resposta.

Trem Milão x Verona

Na estação compramos a passagem direto no guichê da Trenitalia (não quisemos arriscar comprar errado na máquina de autoatendimento) o valor da passagem no trem regional é o mesmo comprando com antecedência ou na hora do embarque (o mesmo percurso de ônibus é duas vezes mais barato, mais o trem tem seu charme, então na nossa opinião, vale a pena pagar o valor a mais). O trem partia as 12:25 do binário (plataforma) 14, descemos e ele já estava lá, o bilhete tem que ser validado nos totens que se encontram sempre no começo da plataforma. Ótimo trem, espaçoso, poucos passageiros.

3) Verona

Temperatura = entre 10° e 14°

Depois de quase duas horas de viagem chegamos em Verona, descemos na Stazione Verona Puerta Nuova. Sempre que viajamos, levamos uma bandeira do Palmeiras e na frente de cada estação fazemos uma selfie com essa bandeira é #palmeiraspelomundo.

Ônibus circular em Verona

Fomos procurar o ônibus circular para o centro da cidade, o passe custa € 1,30 se comprado nas tabacarias e/ou bancas e 2€ direto no ônibus (o motorista do ônibus explicou isso, mais como já tínhamos embarcado, não quisemos descer, então ficou a aviso, compre antes).

Verona na Itália

Depois de poucas paradas chegamos na Piazza Blá, o centro de Verona antiga, em frente a Arena di Verona. Encontramos um ristorante e como estávamos com fome, resolvemos almoçar, pedimos uma pasta deliciosa, acompanhada de uma taça de vinho e água, pagamos 14€ por prato.

Depois fomos procurar o endereço da hospedagem e como eu estava sem internet, isso foi uma “dor de cabeça” e um “desencontro” a anfitriã tinha mandado mensagem que estaria livre até as 15 horas e depois somente a partir de 18 horas. Como ainda não estávamos familiarizados com os endereços, demoramos para encontrar, sendo que era superfácil e bem perto da piazza (razão de ter locado o mesmo), parei no restaurante de esquina do vicolo (rua pequena) e o rapaz que trabalha lá foi super gentil em me fornecer a senha do wifi para poder entrar em contato com a anfitriã, já tendo a mesma fornecido informações para o self check-in, demoramos para encontrar o endereço, pois a fachada do prédio estava em reforma e coberta por proteções.

Jailson nessa altura já estava “super, hiperestressado” Encontrado o endereço, entramos, o apartamento era térreo, bem espaçoso, com um sofá-cama confortável, uma cozinha com todos os utensílios e equipamentos e um grande banheiro, o problema foi a conexão com o “mundo” pois nem o wifi fornecido pela anfitriã Lucia Panini, nem o 4G funcionavam dentro do apartamento.

Passeando por Verona

Depois de descansar, saímos, já era noite, a cidade estava fervilhando de pessoas, pois era sábado, passeamos sem rumo até que encontramos uma loja da Tim, finalmente comprei um chip (já tinha passado da hora, sem internet não dá mais para viver) paguei 25€ para 40 GB de internet com direito a + um chip sem ativação.

A temperatura estava agradável, entre 9°/10°, ficamos na rua até por volta da meia-noite, então retornamos. Na chegada a cidade, já tínhamos passado no supermercado e abastecido a “despensa” então Jailson preparou o jantar que comemos com um ótimo vinho.

Ruas de Verona na Itália
Papão pelo mundo pelas ruas de Verona

Esse apartamento em Verona, merece um capítulo especial, dificuldade de encontrar o endereço e depois descobrimos que utilizando vários equipamentos elétricos ao mesmo tempo a eletricidade “caia” (mensagens para Lucia que enviou um senhor que resolveu o problema e nos mostrou o que fazer caso acontecesse outra vez), até ficarmos presos, para o lado de fora do apartamento ficamos e outra vez o senhor veio nos socorrer. Além é claro da falta de comunicação, por dificuldade de sinal.

Mas devo reconhecer que o apartamento é espaçoso e com um banheiro com água quente (gás) muito bom.

No domingo, acordamos por volta das 9 horas e saímos para conhecer mais um pouco da cidade, eu tive que comprar uma bengala para aguentar a “batida” do mochilão.

Arena di Verona
Arena di Verona.

Compramos ingressos (10€) para conhecer a Arena di Verona, acho que ia acontecer um concerto, pois estava sendo montado uma aparelhagem de som, muito bom o passeio, as ruínas ainda estão muito bem conservadas, na saída resolvemos ir para o outro lado do rio, é uma parte menos turística, mais ainda assim bem interessante, paramos para comer num ristorante típico, preço justo e ótima comida.

Arena di Verona
Arena di Verona.

Depois voltamos por outra ponte (Verona tem muitas pontes) e continuamos e explorar a cidade, que continuava cheia, por ser domingo. Desde a chegada, notamos que a Piazza Blá estava sendo guardada por soldados do exército (em vários locais da Itália, onde tem concentração de pessoas, lá está o exército marcando presença, acho que como prevenção de atentados terroristas).

Conhecemos a Casa de Giulietta, Torre dei Lamberti, Piaza dei Signori, Ponte di Castelvecchio e Castel Vecchio, Ponte Pietra, Piazza delle Erbe, Corso Vittorio Emanuelle (lojas, lojas e mais lojas) e outros locais menos turísticos, mais ainda faltou muito o que conhecer, fica para a próxima viagem.

Via Vittorio Emanuele
Eu e Jailson pela noite de Verona, Via Vittorio Emanuele

Na minha opinião, Verona merece pelo menos 4 dias para ser bem explorada (é que gosto de conhecer o lado popular das cidades e com poucos dias isso é impossível).

Ponte em Verona

Verona é charmosa, romântica e gostosa de andar, fizemos todos os passeios a pé, somente utilizamos o transporte público para o percurso Stazione Verona Puerta Nuova x Piazza Blá x Stazione Verona Puerta Nuova.

Verona
Verona na Itália.

Na segunda-feira pela manhã era hora de partir, iriamos fazer uma parada em Vicenza e de lá até Bassano del Grappa, para buscar documentos de uma amiga que está fazendo a cidadania italiana. Viagem tranquila de pouco mais de uma hora até Vicenza, chegando lá nossa amiga tinha enviado mensagem, que não era necessário ir até Bassano del Grappa (na próxima viagem quero conhecer, por fotos vi que é uma linda cidade) pois não tinha conseguido contato com a Comune, então não sabia se os documentos estavam prontos ou não. Da própria estação, seguimos viagem para Veneza. Viagem de pouco mais de uma hora também.

4) Veneza

Temperatura = entre 8° e 12°

Bilhete Vaporetto

Chegamos em Veneza na Stazione di Venezia Santa Lucia por volta das 13 horas, a estação fica em frente a Piazzale Roma, como sempre, parada para selfie com o “manto” do Palmeiras. Jailson foi comprar o bilhete para o vaporetto (transporte público da Veneza), 20€ para 24 horas a partir da validação.

Canal em Veneza

Passeando por Veneza

Na saída da estação já dá para notar como Veneza é linda, vale cada centavos de euros gastos lá. Atravessamos a ponte e seguimos na direção da “permata” do vaporetto (‘Ferrovia’ é o nome da estação em frente a Stazione di Veneza), viajamos até San Marco, essa viagem na Linha 1 (o pinga-pinga do Canal Grande, para em todas as permatas e vale por um city-tour, é também a linha mais lenta de todas, 40 minutos até o ponto final), já vale os €€€, depois da experiência em Verona e já com internet, localizamos rapidamente o Hotel Torino. Chegando lá, como o quarto ainda não estava pronto deixamos as mochilas e saímos para passear, em Veneza o bom e se perder pelos becos e vielas (vicolos), paramos na beira dos canais para vê as gôndolas passarem com os “asiáticos” o gondoleiro com seus trajes típicos e os músicos.

Veneza na Itália
Jailson em Veneza, é Palmeiras pelo mundo.

Depois de acomodados, saímos para outro passeio por Veneza, embarcamos no vaporetto até o sestiere (bairro) Lido, que é o ponto final da linha 2, Lido já é no continente, tem carros e transporte urbano de ônibus, é um lugar muito bonito, como já era por volta das 17 horas “almojantamos” em um ristorante oriental.

Veneza na Itália
Eu e Jailson em frente ao Hotel Danieli – Veneza

Na volta, outro vaporetto até o sestiere Castelo, descemos em frente ao Hotel Danieli (onde foram gravadas cenas do filme The Tourist com Angelina Jolie), seguimos pelas vielas até Rialto e outros locais, era final de tarde e a temperatura caindo bastante, então voltamos ao hotel. A noite queria andar um pouco mais de vaporetto (amei andar nesses barcos, será que é porque sou paraense ? ? ?), mais estava chovendo e ventando muito, além de muito frio, então ficamos no entorno da Piazza de San Marco.

Veneza
Grande Canal de Veneza.

Aeroporto de Treviso

O outro dia amanheceu ainda frio, mais sem chuva, como tínhamos voo as 12:50 para Palermo e o Aeroporto Antonio Canova em Treviso (cidade muito bonita, que também está na lista para a próxima viagem) fica distante 40 km de Veneza, já saímos com as mochilas, mais uma vez vaporetto até “Ferrovia” e de lá ônibus até o aeroporto.

O aeroporto é pequeno, lotado e uma “bagunça”, mais graças a minha “bengala” e ter comprado o Priority, conseguimos fazer o check-in numa fila especial.

No check-in tive minha pomada para dor e repelente confiscados (eram francos maiores de 100 ml, que são os permitidos para bagagem de mão).

Não conhecemos as ilhas de Murano, Burano e Torcello, além de muitas outras atrações, então penso que Veneza merece no mínimo 4 dias para ser bem explorada.

5) Sicília – Palermo

Temperatura = entre 10° e 15°

Chegamos em Palermo por volta das 15 horas, ventava munto na região do aeroporto, que fica à beira mar. Outra selfie com a bandeira do Verdão.

Ônibus e Van Aeroporto Palermo x Centro

Para sair do aeroporto tem como opção o ônibus = € 6,30 ou van = 7€. Nos optamos pela van que estava de saída. Ela te deixa na frente da Stazione di Palermo Centrale, daí uma pequena caminhada já está na Via Roma, uma das principais de Palermo.

Passeando por Palermo

Nosso apartamento era localizado no bairro Albergheria, na região do Mercato Ballarò (da sacada para a esquerda, se tinha a visão do mercado), a chegada ao bairro assusta, nas vias estreitas muitos imigrantes, depois aprendemos amar esse local, vibrante de cores e sabores, com uma população simples e comunicativa, apesar da barreira da língua.

Palermo é uma cidade muito agradável. Visitamos o Teatro Massimo (O Poderoso Chefão III), o Palazzo Reale, a Cattedrale, andamos por muitos becos e vielas.

Teatro Massimo
Teatro Massimo, Palermo

Em nossas andanças, na piazza do Palazo Reale, conhecemos a maranhense Kelly (+ de 10 anos na Itália) e seu esposo Alexander, eles são proprietário do B&B Porta di Castro, ela nós indiciou uma visita a Catacumbas dos Capuchinhos (Catacombe dei Cappuccini), que são criptas subterrâneas, quando chegamos lá e vimos que custava 8 €, desistimos da visita e resolvemos explorar o cemitério “normal” que fica ao lado, foi uma visita interessante.

Amamos andar a pé por Palermo, tanto de dia como à noite, não nos sentimos ameaçados em nenhum momento. Tem um ônibus urbano turístico, acho que faz uma volta circular pelos pontos importantes da cidade (Kelly falou para ter cuidado, pois eles são muito visados pelos “mãos leves”) não utilizamos, além desse tem o City-Tour com aqueles ônibus abertos de dois andares. Também não andamos de “carruagem” achamos muito caro, o condutor começou a “oferta” por 70€ para dois e no final já estava em 30€, mas recusamos.

Quattro Canti
Quattro Canti.

A comida em Palermo e também na Catânia é um capítulo especial, muitos peixes, mariscos e especiarias. O Porto di Palermo também é um bom passeio, com a visão daqueles barcos, catamarãs, iates e navios atracados ao largo.

O apartamento onde ficamos hospedados era top, permitindo conhecer os costumes locais, de uma região menos turística. O anfitrião Francesco, auxiliou no self check-in, pois meu chip só tinha pacote de dados e era necessário realizar uma ligação, para destravar a fechadura da porta principal. Fizemos todos os passeios a pé, não utilizando nenhum tipo de transporte, exceto a van do percurso aeroporto x stazione.

Era hora de partir, seguimos para a Stazione di Palermo Centrale, onde compramos passagem para o trem Regionale Veloce, com saída às 13:31.

Na minha opinião Palermo merece no mínimo 10 dias para “tentar” conhecer todas as belezas. Não conhecemos nem a praia de Mondelo, que é a mais famosa e próxima do centro urbano.

Fizemos todos os passeios a pé, não utilizando nenhum tipo de transporte, exceto a van do aeroporto para a stazione.

6) Sicília – Catânia

Temperatura = entre 10° e 15°

Depois de três horas de viagem chegamos na Stazione di Catania Centrale, como sempre selfie com a bandeira do Verdão. A stazione fica na orla, com uma breve caminhada chegamos ao apartamento, maravilhoso, localizado em um antigo hotel que foi reformado, bem em frente as bancas de verduras, frutas, peixes e mariscos.

Como meu chip era só de dados e para fazer o self check-in era necessário fazer uma ligação para um número de telefone, aproveitamos que uma senhora estava entrando no prédio e conseguimos nos comunicar com ela, que deixou-nos entrar, depois de mostrar na tela do celular o apartamento que iriamos ficar, ela chamou a responsável pelo prédio, a Anna, que nos recebeu, então acabamos de fazer o check-in através do cofre eletrônico de chaves.

Passeando por Catânia

Catânia também é uma bela cidade, caminhamos bastante pelas ruas e pela orla.

Castelo Ursino na Catânia
Castelo Ursino.

Comemos bastante peixe e mariscos. Nesses dias o que mais comemos na rua foi uns peixinhos fritos (tipo lambari), na Scirocco, o cone maior custava 7€, além é claro de sorvete de pistachio.

Cannolo siciliano
Cannolo siciliano.

A’Piscarìa é o mercato de verduras, frutas, peixes e mariscos, onde a estrela é “il pescato del giorno” (o peixe do dia). No chão bacias de água com peixes ainda vivos e muito frescos. Como no mercato Ballarò, a “gritaria” corre solta, anunciando os preços e pechinchas. Funciona de segunda-feira a sábado até por volta das 14 horas, no domingo não funciona.

A’Piscaria
A’Piscaria.

Eu gostaria de ter feito a excursão ao monte Etna, mais meu joelho não ia permitir, então no domingo pela manhã, compramos ingresso (3€ x 2) para subir até a cúpula da Abadia di Santa Agata e ter uma visão do Etna.

Vulcão Etna
Vulcão Etna.

A visão do vulcão e da cidade é realmente bela, depois que saímos da abadia, passemos sem rumo pela cidade e chegando no final de uma grande avenida, olha ele lá, o Etna “grátis”.

Abadia Santa Agatha
Cúpula Abadia Santa Agatha.

No final de semana que passamos na Catânia, estava ocorrendo uma feira de artesanato, com produtos e comidas diversas.

Porta Garibaldi
Porta Garibaldi.

Na centro histórico, na piazza del Duomo está o símbolo da cidade, o Liotro, o elefante de lava que carrega um obelisco egípcio nas costas, foi restaurado em 1737 por Gian Battista Vaccarini, durante reconstrução da cidade vítima de um terremoto em 1693. Também as ruínas do antigo teatro romano é um bom passeio.

Catânia na Itália

Nas nossas andanças, descobrimos onde tinha uma parada do ônibus para o aeroporto, então na segunda-feira à tarde seguimos para o ponto, chegando lá tinha uns taxistas oferecendo corrida, começou por 20€ para cada e terminou ficando por 10€ para os dois, o ônibus urbano custa 4€.

Duomo na Catânia
Duomo.

Como chegamos no aeroporto com tempo de folga, pois nosso voo era somente às 19:30, Jailson foi explorar os arredores e encontrou uma loja UniEuro (espécie da Magazine Luíza), onde estava em promoção aquelas caixas pequenas da JBL ao valor de € 19,99, comprou 3.

O Aeroporto di Catânia-Fontanarossa é grande e organizado, conta com dois terminais, os trâmites e o embarque foram tranquilos. No voo devido a pressão meu ouvido doeu bastante.

Fizemos todos os passeios a pé, não utilizando nenhum tipo de transporte, exceto a táxi para o aeroporto.

Elevante de larva
Elevante de larva.

Faltou muito o que conhecer tanto em Palermo como em Catânia, também outras cidades como Corleone, Taormina, Siracusa, San Vito lo Capo, Erice, Marsala além é claro do vulcão Etna.

Teatro Massimo
Teatro Massimo.

7) Cagliari – Sardenha

*em italiano: Sardegna; em sardo: Sardigna

Temperatura = entre 8° e 13°

Chegamos em Cagliari às 21 horas, o tempo estava bastante frio, como sempre selfie com a bandeira do Verdão. Perdemos tempo explorando e fotografando o aeroporto e quando olhamos para o lado, ninguém, fomos procurar a saída e o transporte para o centro, erramos o caminho e tivemos que retornar, como o aeroporto estava vazio, as escadas rolantes já estavam desligadas, o Aeroporto di Cagliari-Elmas “Mario Mameli” e a Stazione di Elmas Aeroporto (trem) ficam lado a lado, mais é difícil o percurso, pois você tem que subi e descer, para passar de um para outro.

Voanndo Ryanair
Eu e Jailson chegando em Cagliari na Sardenha.

Nossa anfitriã a Patrícia já tinha enviado mensagens explicando que era mais barato e rápido a viagem de trem, o ônibus era mais demorado. Quando finalmente encontramos o caminho, tivemos que correr pois o trem já estava no binário (plataforma) pronto para sair. Embarcamos junto com uma moça, acho que funcionária do aeroporto e perguntamos como comprar o bilhete, ela falou que não tinha como, que era para ir assim mesmo, não deu tempo de nada, tocou o sinal sonoro e a porta do trem fechou, seguimos e não apareceu ninguém para vender/cobrar o bilhete, então essa viagem foi custo “zero”

Cagliari na Sardenha
Cagliari.

Descemos na Stazione Ferroviaria di Cagliari, fomos caminhando até o apartamento que ficava no final de uma rua de ladeira, no Quartiere Storico della Marina (bairro), a Patrizia estava nos esperando, deu dicas valiosas de passeios, ensinou que ônibus utilizar, além de ter deixado a geladeira recheada de frutas, queijos e pão, além de uma caixa de chocolates.

Ladeiras de Cagliari em Sardenha
Ladeiras de Cagliari.

Esse apartamento era “top” de esquina e praticamente tinha três andares, o térreo era a sala, a cozinha e o banheiro, o quarto era no andar inferior e o terraço que ficava no andar superior.

Cagliari florida
Cagliari florida.

Passeando por Sardenha

No outro dia decidimos conhecer a praia, iriamos a Villasimius (ainda não tínhamos ido a nenhuma praia), então fomos até a Stazione di Cagliari (de onde partem os ônibus, ao lado da estação de trem) compramos as passagens para o ônibus que já estava de partida.

Stazione Marittima Sardenha
Stazione Marittima.

Depois de duas horas de viagem, paisagem maravilhosa, entre penhascos e o mar, chegamos na cidade. Pelo que percebemos é bem pequena, uma cidade de veraneio, poucas pessoas na rua, no ônibus estava viajando três alemãs, elas também queriam saber o caminho até a praia mais próxima, pesquisando no maps, descobrimos que a mais próxima ficava a 4 kms, Spiaggia di Simius,.

Villasimiuus na Itália
Villasimiuus.

Começamos a caminhada, paramos numa loja para comprar vinho e a proprietária emprestou uma taça, seguimos pela estrada até a praia, uma bela caminhada, na chegada a recompensa, o azul-turquesa do mediterrâneo, águas calmas mais gelada, areia fina e branca.

Não tinha nada o que comprar para comer, então tomamos somente o vinho à beira mar.

Spiaggia Simius na Itália
Spiaggia Simius.

Retornamos, sabíamos que o horário do ônibus era as 15 horas, nossa intenção era almoçar em algum restaurante, antes de voltar para Cagliari, mais estava tudo fechado, inclusive a loja onde compramos o vinho e tínhamos que devolver a taça, por isso levamos embora. No retorno, erramos o local de partida do ônibus e demos uma volta imensa até acha o correto.

Sardenha na Itália
Celular na mão e vinho e água na mochila de ataque e Papão pelo mundo.

Sardegna Arena

Nessa noite tinha jogo do Campeonato Italiano – Série A, partida entre Cagliari x Juventus, pela manhã antes de irmos para a praia, em frente a estação, Jailson tinha comprado uma camisa e eu um cachecol do time local.

Então, depois de “almojantar” e descansar um pouco, partimos para a Sardegna Arena, chegando lá descobrimos que os ingressos mais baratos estavam esgotados, os únicos que tinham custavam entre 200€ e 220€, achamos um cambista, que tinha os de 50€, o problema é que eles são nominais, o cambista correu atrás (deve ter “esquema” com o pessoal das portarias) e conseguiu a nossa entrada, sem a troca de nomes nos bilhetes, mais !!!!!! na hora da revista fui “barrada” por causa da bengala, outra vez o cambista corre para cá e pra lá, fala com um e com outro, até que vem uma supervisora, com um colete de cor “diferenciada”, o cambista explica que somos turistas e que nossos ingressos são para a “curve sud” e como eu estou de bengala o correto era o ingresso ser para o “distinti centrali” onde ficam os cadeirantes e deficientes, mais que não sabíamos disso, deu aquela “chorada” e ela permitiu que entrássemos, chamou um “colete laranja” para nos acompanhar até o “distinti centrali” esse nos acomodou na primeira fileira, perto do vidro, quer dizer, por 50 €, assistimos a partida em um dos melhores locais do campo.

Sardegna Arena
Sardegna Arena.

Torcida apaixonada é igual em todo lugar do mundo, na chegada, no entorno da Sardegna Arena, a organizada estava fazendo festa, com rojões e sinalizadores, também muita comida e bebida a venda nas barracas.

Lá dentro do estádio a festa era grande, a arena estava lotada, afinal o jogo era contra a Juventus “La Vecchia Signora”, infelizmente sem Cristiano Ronaldo, Dybala e Quadrado.

Arena Sardena
Sardegna Arena.

Antes do jogo começar, quase todos de pé, circulando, na hora que o jogo começa todos tem que sentar e realmente ficam sentados, somente a parte da torcida organizada que fica com bandeirão e entoando cânticos é que algumas vezes fica de pé.

Foi um jogão de bola, em campo pela Juventus, Cáceres, Alex Sandro, João Cancelo, Khedira, Matuidi, Mandzukic, Bonucci (autor do primeiro gol) além da jovem revelação italiana Moise Kean, que foi alvo de gritos racistas por parte da torcida do Cagliari, já no final do jogo quando marcou o 2º gol da Juventus e foi comemorar junto da torcida adversária, a parti desse momento, sempre que tocava na bola era vaiado e xingado, tendo Matuidi cobrando uma medida do juiz, que paralisou a partida e o sistema de som leu as regras da UEFA contra o racismo. Brasileiros em campo : Alex Sandro, pela Juventus e João Pedro, pelo Cagliari.

Na ida para o estádio fomos de ônibus urbano, bilhete no valor de € 1,30 + € 0,50 (comprado direto com o motorista), se comprados nos postos autorizados o valor é somente € 1,30, na volta resolvemos caminhar.

Santuário de Bonaria
Santuário de Bonaria.

Alias, caminhamos bastante em Cagliari, conhecemos lugares maravilhosos como o Bastione di Saint Remy, Basilica di Nostra Signora di Bonaria, Chiesa di Sant’Eulalia e muito mais.

No quartiere onde ficamos hospedados o comércio popular era dominado pelos bangladechi.

Era hora de partir para o último destino da viagem, caminhamos até a Stazione Ferroviaria di Cagliari e compramos o bilhete de trem até a Stazione di Elmas Aeroporto, embarcamos no trem que já estava no binário, nesse trem tinha uma fiscal, fazendo a leitura do QRCode dos bilhetes. Mais !!!!!!! nos distraímos e não prestamos atenção que a primeira parada do trem era na Stazione di Elmas Aeroporto, quando tentamos descer não deu mais tempo, então um senhor chamou a fiscal, explicamos para ela o acontecido e que tínhamos voo às 15:45, ela verificou os horários e explicou que deveríamos descer na próxima estação e embarcar no trem que estava voltando, depois foi falar com o maquinista, que imprimiu maior velocidade, para poder dar tempo de embarcar no trem que estava voltando, descemos em Oristano e logo o outro trem chegou e embarcamos, resolvemos até ficar em pé, próximo a saída, para não ter erro. Outra vez, sobe e desce entre a Stazione di Elmas Aeroporto e o Aeroporto di Cagliari-Elmas “Mario Mameli”, desta vez as escadas volantes estavam funcionando, depois da correria toda o check-in foi tranquilo.

8) Milão

Temperatura = entre 9° e 13°

De Bérgamo para Milão

Chegamos em Milano (Milão) por volta das 17 horas, alias em Milano não, em Bérgamo (cidade distante 45 km de Milano), saindo do aeroporto já tinha um ônibus da Empresa Autostradale de partida, compramos o bilhete e seguimos para a Stazione Milano Central, a estação de metrô fica no subterrâneo, lá tínhamos que embarcar na Linha M2 – Verde até a estação Puerta Garibalde e fazer transbordo para a Linha M5 – Lilas até a Estação San Siro (última). Compramos o bilhete avulso, € 1,50 para 90 minutos.

Cuidado com os golpes

Quando estávamos verificando o itinerário nos totens da estação apareceu duas moças e uma delas falou o metrô é esse, estava cheio e quando vi Jailson já estava embarcando, segui ele, lá dentro começaram a me apertar e quando vi que essa moça piscou para uma mais velha e essa fez sinal para eu segurar no passador, na hora “caiu a ficha” é golpe, querem roubar a gente, puxei minha bolsa para junto do corpo e falei “Jailson cuidado com a carteira” nisso jogaram no chão meu óculos de grau que tinham conseguido tirar da bolsa pequena que eu carregava e a carteira do Jailson (que ele não sentiu quando tiraram do bolso lateral da calça), nisso o metrô já estava parando na estação Puerta Garibalde, pois é só uma estação, como somos mochileiros e brasileiros (calejados com roubos) andamos com passaporte e dinheiro na doleira, colada ao corpo, além do mais eu estava com uma calça técnica, daquelas cheias de bolsos, onde estava meu celular e a bolsinha com dinheiro trocado e moedas. Na carteira do Jailson só alguns papéis e a CNH. Sei que nesse tipo de roubo a única (????) coisa que furtam é dinheiro, objetos pessoais não, pois se forem pegas, é “cana” na certa e dinheiro “não tem dono”

Passando por Milão

Bom, depois dessa “aventura” embarcamos na Linha M5 – Lilas até a estação San Siro, saindo da estação a sua esquerda você “dá de cara” com o Estádio Giuseppe Meazza, também conhecido por Estádio San Siro. Neste estádio jogam Internazionale e Milan, durante alguns anos foi o maior estádio do mundo, com capacidade para 140 mil pessoas, hoje tem capacidade para 80.074 torcedores. Ainda é o maior estádio italiano. É um estádio municipal (Prefeitura de Milano) administrado pelo dois clubes rivais. Quando o Milan é o mandante do jogo, o estádio é chamado de San Siro. Giuseppe Meazza é o nome aclamado pelos torcedores nerazzurris em seus jogos oficiais.

Estádio San Siro
Estádio San Siro.

Bom, depois de caminhar mais que o necessário chegamos ao apartamento, o anfitrião Fábio foi bastante prestativo. Nessa noite saímos somente para ir até o supermercado abastece a despensa.

Milano estava bastante fria, no outro dia saímos para passear, primeiro fomos andar no entorno do estádio, ele é um “monstro” entramos na loja a San Siro Store para algumas “comprinhas” não fizemos o tour (17€ Museu + Tour), depois demos uma volta completa no estádio, bem na frente tem uma parada do “tran” (bondes elétricos), mais não andamos nele. Partimos para a estação e um segurança ajudou na compra do bilhete (não tem guichê, somente máquinas de autoatendimento) para 48 horas no valor de € 8,25 x 2. No metrô de Milano tem que inserir o bilhete nas catracas tanto para entrar como para sair.

Era hora de conhecer o Corso Buenos Aires, a rua das compras em Milão. Metrô Linha M5 Lilás + Linha M1 Vermelha até a Puerta Venezia. Batemos perma de ponta a ponta nessa rua, tem de tudo e para todos os bolsos. Antes de retornar para casa outra passada pelo supermercado.

Corso Buenos Aires
Corso Buenos Aires.

Chegando em casa e conferindo as compras do dia, percebi que um dos cachecóis comprado na San Siro Store estava com preço errado, no sábado quando fomos lá reclamar não encontrei o vendedor do dia anterior, mais uma paraense e remista (Clube do Remo), a Ellen (mora em Milano à 3 anos) ela explicou que não podia devolveu os €€€€€ mais falou que podíamos trocar por outro no valor correto (o que tinha comprado custava 10€ e na NF tinha cobrado 13€, acho que foi esperteza do vendedor e “mancada” minha não perceber na hora), fizemos a troca, tiramos uma selfie com a Ellen e partimos para conhecer o bairro Naviglio, metrô Linha M5 Lilas + Linha M2 Verde até Puerta Genova.

Alzaia Naviglio Grande
Alzaia Naviglio Grande.

Na descida você já tem o impacto, bairro alternativo, na margem do Alzaia Naviglio Grande aos sábados acontece o mercado de pulgas, muita roupa militar, artesanato, discos de vinil e roupa “normal”, eu comprei um sobretudo por 2€ e uma camiseta de manga longa por 1€, Jailson uma calça jeans por 1€ além de uma jaqueta da The Nort Face (original e em perfeito estado de conservação) por somente 27€. Passeamos, tomamos sorvete e cerveja, andamos até o Naviglio Pavese. Nas duas áreas os bares e ristorantes tem um preço bastante “salgado” mais você pode comprar cerveja e drinks nos kiosques. Foi aí que provei o melhor sorvete de toda a viagem, no Amorino, além de delicioso ele é uma obra de arte.

Duomo em Milão
Catedral de Milão.

Dessa região fomos andando até o Duomo, bom, como explicar essa obra-prima da arquitetura gótica, não entramos na catedral nem subimos na cúpula, ficamos só na piazza apreciando as pessoas, passeamos pela Galeria Vittorio Emanuelle II, essa sim, para pouquíssimos bol$o$$$$$, exploramos o entorno da catedral e andamos até o bairro Brera.

Galeria Vittorio Emanuelle II
Galeria Vittorio Emanuelle II.

Nesse dia andamos quase 10 kms. Andando, você descobre muita coisa bonita do cotidiano das cidades. Uma igreja escondida ali, um prédio histórico, mais não tão famoso, acolá.

Milão na Itália

O domingo, último dia em Milano amanheceu chovendo, nesse dia tinha jogo no San Siro, entre Inter x Atalanta, quando estava elaborando o roteiro da viagem, vi que esse jogo estava marcado para o sábado (06/04), mais depois foi transferido para domingo (07/04) às 18, então não tinha como assistir, pois nosso voo era às 21:25.

Mesmo assim resolvemos ir o estádio, tirar fotos com a camisa do Palmeiras e do Paysandu (sempre que viajo, além da camisa do Palmeiras, também levo a camisa do Paysandu, o “maior” do Norte), nesse dia estava acontecendo a Maratona de Milano, o entorno já estava “fervendo” muitas barracas de comida, bebidas e produtos da Inter e até do Milan.

Estádio San Siro
Eu e Jailson em frente ao San Siro

Bom, retornamos para casa, era a hora mais “ingrata” arrumar as mochilas e até uma mala “extra” que tivemos que comprar, para caber todas as lembranças que compramos para a família.

Metrô até a Stazione Milano Central, de lá ônibus até o Aeroporto de Malpensa. Chegamos com folga, verificamos que tínhamos que despachar uma bagagem e como a mala comprada era pequena, resolvemos fazer uma “reengenharia” na arrumação das mochilas e na mala.

Presentes e roupas leves na mala e na minha mochila (50 litros da Quechua), as coisas mais pesadas no mochilão (75 litros da Trilhas e Rumos) do Jailson, que mesmo assim ainda pesou “somente” 19 kg. Para evitar qualquer contratempo, mandamos envelopar com filme plástico a mochila que seria despachada, 10€. Tivemos que “morrer” em + R$ 289,00 para o despacho da mesma (direto no app da Latam e pago em reais).

No aeroporto encontramos bastante brasileiros, alias, nessa viagem, de viajantes brasileiros, somente duas moças e um senhor do Tocantins, que encontramos no mercado na Catânia.

9) São Paulo

Voo tranquilo, chegamos em São Paulo (08/04) por volta das 6 horas, metrô até a Estação Brás e de lá Uber até o apartamento na Praça Roosevelt.

Nosso bilhete era com saída/chegada em Ribeirão Preto, mais com “baldeação” em Guarulhos, então, como a mala despachada deveria ser retirada em GRU, abandonamos o voo ai, fizemos o que as companhias aéreas odeiam, o “skiplagging”.

Em toda a viagem pegamos pouca chuva, compramos sombrinhas em Palermo e elas “deram conta do recado”. Mas no dia da chegada em Sampa, na parte da tarde, fomos até o Allianz Parque comprar ingressos para o jogo Palmeiras x Júnior Barranquilha (Libertadores) e de lá fomos para a Paulista, onde “tomamos” um banho de chuva, que sombrinha nenhuma “dava conta”.

Na quarta-feira (10/04) fomos assistir ao jogo do verdão, ganhamos de 3×0.

Na quinta-feira (11/04) era hora de retornar para casa (Campo Grande – MS) e para os gatos e cães que já deviam estar “morrendo” de saudade de seus “donos”

Bom, como todo mochileiro que se preze, estamos com “ressaca” da viagem e já “sonhando/planejando” o próximo mochilão.

Grazie a tutti e Arrivederci!!!!

Se ainda não leu, não deixe de ler o post com o planejamento completo dessa viagem, dicas para planejar a sua viagem por conta própria, onde ficar, o que fazer e curiosidades. Acesse Roteiro de viagem para Itália.


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