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O que fazer em Campo Grande MS

Saiba o que fazer em Campo Grande, a capital do Mato Grosso do Sul. Nesse post mostramos as principais atrações da cidade para tentar te convencer a separar ao menos 1 dia para conhecê-la durante sua visita ao MS.

Parque das Nações Indígenas
Parque das Nações Indígenas.

A maior parte dos turistas que passa aqui por Campo Grande MS está a caminho de Bonito ou do Pantanal e acaba não conhecendo nada ou quase nada da cidade. Mas Campo Grande é uma cidade muito bonita e encanta moradores e visitantes.

A verdade é que a cidade já foi mais bem cuidada, mas felizmente a atual administração municipal está voltando a cuidar melhor da cidade e esperamos que nos próximos anos ela volte a ser tão bela e bem cuidada como era há alguns anos.

Parque das Nações Indígenas
Parque das Nações Indígenas.

Mas de toda forma continuamos tendo uma das capitais mais verdes do Brasil, sendo comum ver araras e tucanos voando por todos os cantos. Não se assuste se encontrar um capivara e até mesmo um tamanduá atravessando alguma avenida ou ver jacarés em algum lago ou lagoa de CG (abreviação para Campo Grande).

Arara Canindé
Arara Canindé. São facilmente vistas em CG/MS.

É Mato Grosso DO SUL!

Para início de conversa é bom esclarecer que Campo Grande é a capital do Mato Grosso do Sul e não do Mato Grosso. Não faça confusão ou mesmo por preguiça deixe de falar o nome completo do estado, pois certamente os sul-mato-grossenses e mesmo pessoas de outros estados que se radicaram por aqui (como nós) não vão gostar, podendo até desenvolver uma certa antipatia contra você e imediatamente te corrigir com um enfático “DO SUL”.

Criada em 21 de junho de 1872, a cidade atualmente tem mais de 900 mil habitantes, sendo a mais populosa do estado, que tem ao todo cerca de 2,6 milhões de habitantes. Com ares de interior, Campo Grande proporciona uma boa qualidade de vida, sem engarrafamentos (às vezes eles se formam mas é fácil desviar), com ar puro, muitos parques e áreas verdes. Muita gente de outras regiões do Brasil, principalmente sudeste e sul, vem para cá por motivos de trabalho e acaba ficando, se apaixonando pela chamada cidade morena.

Aeroporto de Campo Grande
Esculturas de tuiuius no aeroporto de Campo Grande.

Como ir do aeroporto ao centro

O aeroporto de Campo Grande fica a cerca de 6 quilômetros do centro.

Dentro do aeroporto há filiais das principais locadoras de veículos, facilitando a vida de quem optar por alugar um carro. Você pode utilizar o site da Rentcars para pesquisar e alugar um veículo em Campo Grande.

Táxi ou aplicativos

Um táxi até o centro fica em torno de R$25 (tem bandeira elevada por ser táxi de aeroporto). Já com os aplicativos sai mais em conta, entre R$ 10 e R$15. Por aqui funcionam os aplicativos Uber, Urban, 99 táxi, 99 Pop e Easy Táxi.

Ônibus

Quem preferir utilizar o transporte público terá um pequeno inconveniente. Aqui em Campo Grande não é possível pagar o passe (passagem) diretamente ao motorista. É necessário comprar o cartão de passe antes de embarcar. Segundo informações do Consórcio Guaicurus, que administra o transporte público, atualmente não há nenhum ponto de vendas dentro do aeroporto, sendo necessário atravessar a avenida Duque de Caxias e procurar por um banca que vende salgados, onde o passe é vendido.

Outra opção é entrar no ônibus e avisar ao motorista que está chegando na cidade e não tem o cartão de passe, assim ele vai te permitir ficar na parte da frente, antes da catraca, até o primeiro ponto onde for possível comprar o passe, parando lá e te esperando comprar.

O ponto de ônibus fica a direita de quem sai do aeroporto. As linhas que seguem para o centro da cidade são a 409 e 414. Peça para descer próximo a vá até a Praça Ary Coelho. A passagem custa R$ 3,95.

Sinceramente, só vale a pena utilizar o ônibus se você estiver sozinho e com orçamento bem limitado. Caso contrário é muito mais rápido e prático usar os aplicativos para chamar um carro para ir ao centro ou qualquer outro ponto turístico.

Como ir da rodoviária de Campo Grande ao centro

Já a rodoviária de Campo Grande fica um pouco mais afastada do centro, a cerca de 7 quilômetros e não há nenhuma locadora de veículos por lá. Quem optar por alugar um carro precisa ir até a região central ou ao aeroporto retirar o veículo.

No terminal rodoviário é tranquilo achar um local para comprar o passe de ônibus. Procure nas lanchonetes, farmácia ou na banca de revistas. Saindo da rodoviária, do mesmo lado da avenida a sua direita estará o ponto. Pegue o ônibus 087 e vá até a Praça Ary Coelho, já no centro da cidade. A viagem com a Uber custa cerca de R$14,00 e de táxi deve ficar por volta de R$20,00.

Arara em Campo Grande
Arara no centro de Campo Grande.

O que fazer em Campo Grande

Esse post foi foi pensado para quem tem algumas horas livres para conhecer a cidade ou de preferência ao menos um dia completo. Ao final há opções de passeios para quem fica mais tempo por aqui.

É possível conhecer boa parte dos pontos de interesse turístico da cidade utilizando o transporte público (ônibus), mas em determinados momentos pode ser preciso recorrer a um táxi ou carro de aplicativo. Quem estiver de carro próprio ou alugado sem dúvidas terá muito mais facilidade.

*Todos os pontos de interesse turísticos desse post estão com link para a respectiva localização no Google Maps.

No Centro

Praça Ary Coelho em Campo Grande
Praça Ary Coelho.

Se você quiser conhecer o centro de Campo Grande, vá até a Praça Ary Coelho (clique para ver a localização) que fica, podemos dizer, no “olho do furacão” e tem alguns atrativos ao redor. Essa praça fica no cruzamento da avenida Afonso Pena (avenida principal) coma as ruas 14 de Julho e Treze de Maio.

Tome os cuidados indicados para qualquer região central, como cuidar dos seus pertences. Mas felizmente temos um centro tranquilo e livre (ou quase) de trombadinhas.

Todos os pontos turísticos do centro de Campo Grande podem ser conhecidos caminhando em cerca de 2 a 3 horas (incluso o tempo de visitação de cada local).

Relógio Central de Campo Grande
Relógio Central (rua Calógeras com av. Afonso Pena).

Casa do Artesão

Um quarteirão abaixo da Praça Ary Coelho, descendo a av. Afonso Pena, está a Casa do Artesão. Dedicada a exposição e venda artesanato de artesãos locais, reúne peças dos mais variados tipos e valores. Vale a pena passar por lá, mesmo que seja para apenas “dar uma olhadinha” e conhecer o prédio em que ela esta instalada, datado de 1923. Quem gosta e quer comprar lembrancinhas de Campo Grande, Bonito e Pantanal, na casa do artesão provavelmente encontrará os preços mais baixos.

Aberto: segunda a sábado das 08h às 18h.
Endereço: av. Calógeras, 2050 , Centro.
Mais informações: (67) 3383-2633

Morada dos Baís

Morada dos Bais em Campo Grande
Morada dos Bais.

Um quarteirão abaixo da Casa do Artesão, descendo a av. Afonso Pena, está a Morada dos Baís, casarão histórico construído construído entre 1913 e 1918 e que serviu como residência da família de Bernardo Franco Baís.

Patrimônio Histórico e Cultural de Campo Grande, atualmente é administrada pelo SESC/MS. Tem o objetivo de proporcionar aos visitantes a apreciação da cultura e gastronomia sul-mato-grossenses.

Com programação variada, tem a cultura como elemento principal. Conta com exposições de arte, cinema, oficinas e happy hour com música ao vivo e pratos regionais.

Shows: quarta a sábado das 20h às 22h.
Serviço de bar: quarta a sábado a partir das 18h30.
Exposições de longa e curta duração e Museu Lídia Baís: terça a sábado das 14h às 20h.
Entrada gratuita.
Endereço: Av. Noroeste, 5140 – Centro Telefone: (67) 3311-4300
Site: http://sesc.ms/index.php/unidades/sesc-morada-dos-bais/

Mercadão Municipal

Mercado Municipal de Campo Grande
Mercado Municipal.

A poucos metros da Morada dos Baís, atrás do Camelódromo, está o Mercado Municipal de Campo Grande ou Mercadão, como é conhecido.

Como todo mercado municipal é o local ideal para quem busca experimentar os sabores locais, especiarias, temperos, queijos, doces, ervas medicinais e fazer uma boquinha.

É o local ideal para provar a chipa, uma iguaria tradicional da culinária paraguaia trazida para Mato Grosso do Sul e que se tornou uma das comidas típicas locais. O gosto é bem parecido ao do pão de queijo, porém tem consistência um diferente e o formato de ferradura.

Os pastéis são famosos pelo tamanho e por serem bem recheados. Diferente dos pastéis encontrados Brasil afora, aqui eles não são de vento e sim muito bem recheados. Aproveite para fazer um lanche e dependendo da sua escolha, o pastel poderá valer até de almoço. Se você gosta de experimentar sabores diferentes, não deixe de provar o pastel de carne de jacaré.

Horário funcionamento: segunda a sábado das 06h30 às 18h30, Domingos e feriados das 06h às 12h.
Endereço: rua 7 de setembro, 65 – Centro

Feira Indígena

Feira Indígena em Campo Grande
Feira Indígena.

Ao lado do Mercado Municipal, na praça Oshiro Takimori, funciona uma pequena feira indígena, onde são oferecidos produtos agrícolas como raízes medicinais, sementes, mandioca, frutas da estação nativas (guavira, manga, seriguela, entre outras), guariroba ou palmito amargo, variedades de pimenta, milho verde, abóbora, conservas de pequi e peças de artesanato fabricadas pela população indígena residente em Campo Grande. É bem simples, mas para quem tem interesse vale a visita.

Endereço: praça Oshiro Takimori.
Horário: segunda a sábado das 8h às 18h

Parque Horto Florestal

A 600 metros do Mercadão está o Parque Horto Florestal, uma área verde bem no centro de Campo Grande. Com área preservada e arborizada equivalente a mais de seis hectares, o parque possui uma praça de encontro e descanso, Centro de Convivência do Idoso, pista de caminhada e diversos banquinhos no meio das árvores ideias para um piquenique em família. É uma boa opção de passeio para descansar um pouco antes de visitar outros pontos turísticos.

Endereço: rua Joel Dibo, S/Nº – Vila Carvalho.
Aberto: todos os dias das 5h às 20h.

Praça das Araras

Praça das Araras
Praça das Araras.

A Praça das Araras fica um pouco fora do centro, a 1,5 quilômetro do Horto Florestal. Chame um veículo de aplicativo, pois no caminho entre o centro e essa praça está região da antiga rodoviária, onde deve-se evitar transitar caminhando devido a grande quantidade de moradores de rua e usuários de droga.

O atrativo dessa praça são as 3 esculturas de araras do artista plástico Clair Ávila, inauguradas em 1964.

Endereço: entre as ruas João Rosa Pires e Terrenos, bairro Amambaí
Funcionamento: aberto ao público 24 horas.

Monumento da Imigração Japonesa

Monumento da Imigração Japonesa
Monumento da Imigração Japonesa.

Ainda no centro de Campo Grande, mas no lado aposto as atrações anteriores, está o Monumento da Imigração Japonesa, inaugurado em 1979 em homenagem aos 70 anos da imigração japonesa.

Mato Grosso do Sul tem a terceira maior colônia japonesa do Brasil. O monumento fica na Praça da República, mais conhecida como Praça do Rádio Clube. A verdade é que tanto o monumento quanto a praça não estão bem cuidados, só valendo a visita se você tiver muito interesse ou já estiver passando em frente a praça.

Se você vem do Horto Florestal, são 1,5 quilômetro de caminhada. Se o tempo estiver muito quente ou já tiver batido um cansaço, a melhor alternativa é chamar um carro de aplicativo. Dê toda forma esse não é um local “obrigatório” para conhecer na cidade.

Endereço: Avenida Afonso Pena, S/N, centro.
Funcionamento: aberto ao público 24 horas.

Praça Pantaneira

Praça Pantaneira em Campo Grande
Praça Pantaneira.

Subindo a Afonso Pena, bem ao lado da Prefeitura, a Praça Pantaneira abriga diversas estátuas de animais do Pantanal do artesão Levi Batista do Nascimento. É um ótimo ponto de parada para quem está com crianças.

Endereço: R. Vinte e Cinco de Dezembro, 230 – Centro
Funcionamento: aberto ao público 24 horas.

Parque das Nações Indígenas

Parque das Nações Indígenas
Parque das Nações Indígenas.

É a principal atração turística e também o principal parque da cidade, o Parque das Nações Indígenas é frequentado diariamente por milhares de pessoas. Se você tiver pouco tempo na cidade, essa é a atração que você não pode deixar de conhecer.

Esse parque fica “nos altos da Afonso Pena”, no fim dessa que é a avenida principal de Campo Grande, após o Shopping Campo Grande (o maior shopping de CG).

Do centro de Campo Grande há vários ônibus para o Shopping Campo Grande. De lá é preciso caminhar cerca de 1 quilômetro até a portaria mais próxima do parque. Se tiver condições prefira chamar um veículo por aplicativo, a corrida do centro não deve custar mais de R$10 e desde o aeroporto no máximo R$20.

Parque das Nações Indígenas
Pista de caminhada.

O Parque das Nações Indígenas é um dos maiores parques urbanos do mundo e abriga diversas especies de animais, sendo muito fácil avistar capivaras, tatus, quatis, tucanos e araras.

Parque das Nações Indígenas
Parque das Nações Indígenas.

Inaugurado em 1993, tem área de 119 hectares e infra-estrutura para lazer e para prática de diversas modalidades esportivas como caminhada, corrida, canoagem, futebol, basquete, vôlei, tênis de areia, skate, patins e ciclismo.

Para dar a volta completa no parque pela pista de caminhada são 5 quilômetros e cada volta ao redor do lago principal tem 1 quilômetro. O parque ainda conta com diversos parquinhos infantis, concha acústica para shows e uma área destinada a shows e eventos maiores, já tendo recebido mais de 100 mil pessoas em shows de artistas nacionais.

Parque das Nações Indígenas
Parque das Nações Indígenas.

O córrego Prosa corta o parque e forma o belo lago que é um dos cartões postais de Campo Grande. Recentemente esse lago tem passado por manutenção para recuperação e retirada da terra acumulada no decorrer dos anos.

O Parque das Nações também abriga dois dos principais museus da cidade: o Museu de Arte Contemporânea e o Museu das Culturas Dom Bosco.

Endereço: Av. Afonso Pena, s/n, bairro Parque dos Poderes
Funcionamento: diariamente das 6:00 às 21:30h.

MARCO – Museu de Arte Contemporânea

MARCO em Campo Grande
MARCO.

É um museu estadual com entrada franca que fica dentro do Parque das Nações Indígenas. O MARCO abriga exposições de arte permanentes e temporárias em suas 5 salas. O acervo do museu é composto por cerca de 1600 obras, boa parte delas de artistas regionais.

Vale a visita, principalmente para quem gosta de arte. Se não é o seu caso, talvez o outro o Museu das Culturas Dom Bosco te interesse mais.

Endereço: Rua Antônio Maria Coelho, 6000 – Parque das Nações Indígenas.
Funcionamento: terça a sexta das 7:30 às 17:30h. Sábados, domingos e feriados das 14 às 18h.
Entrada gratuita. Mais informações no site do MARCO ou no telefone (67)3326-7449.

Museu das Culturas Dom Bosco

Museu das Culturas Dom Bosco
Museu das Culturas Dom Bosco.

O Museu das Culturas Dom Bosco é ligado a Universidade Católica Dom Bosco. Também fica no Parque das Nações Indígenas, porém junto a uma das entradas da av. Afonso Pena.

É daquele tipo de museu que encanta até mesmo os visitantes que dizem não gostar de museus. Realmente é uma das atrações imperdíveis de Campo Grande. O design interior do museu é uma atração à parte. Suas duas salas de exposição são divididas entre exposições de peças indígenas em uma delas e naturais na outra.

Museu das Culturas Dom Bosco
Animais do pantanal empalhados.

Abriga uma impressionante exposição de animais do pantanal empalhados elaborada há mais de 50 anos pelo taxidermista Giovani Magnin. Exibe 40.000 peças de mineralogia, paleontologia, etnografia, arqueologia e zoologia. A exposição de peças indígenas conta com mais de 5.000 exemplares de artesanato de várias culturas de índios da região.

Endereço: Av. Afonso Pena, 7000 – Parque das Nações Indígenas.
Funcionamento: terça a sábado das 8 às 16:30h.
Entrada: R$5,00. Mais informações no site ou no telefone (67)3312-3903

Aquário do Pantanal

Também dentro do Parque das Nações Indígenas, o Aquário do Pantanal foi projetado para ser o maior aquário de água doce do mundo e se tornar a maior atração turística de Campo Grande.

Infelizmente as obras que começaram em 2011 ainda não foram concluídas e atualmente encontram-se em processo de retomada. Quando ficar pronto promete abrigar 7 mil animais de 263 espécies, entre peixes, jacarés e cobras, em 24 tanques.

Feira Central – Feirona

Feira Central de Campo Grande
Feira Central.

De volta ao centro de Campo Grande, a Feira Central é uma ótima pedida para a noite de quem visita a capital do Mato Grosso do Sul entre quarta-feira e domingo. Sem dúvidas a melhor forma de chegar lá é chamando por aplicativo, mas há linhas de ônibus que passam na porta.

A Feira Central de Campo Grande, conhecida pelos locais como “feirona” também é um ponto turístico por sua arquitetura e por se tratar de uma feira gastronômica.

A maior influência por lá e a culinária japonesa e os pratos mais procurados são o sobá, yakisoba e espetinhos de carne com a tradicional mandioca amarela da região. É um ótimo local para comprar artesanato e lembrancinhas.

Endereço: Rua 14 de julho, 3351 – Centro.
Funcionamento: quarta, quinta e sexta à partir das 16h e sábados e domingos à partir das 12h.
Entrada gratuita. Estacionamento: R$5,00.

Monumento Maria Fumaça

Fica bem próximo a Feira Central e é uma das mais novas atrações de Campo Grande. O Monumento Maria Fumaça que tem 5 metros de altura, 20 de comprimento e cerca de 20 toneladas foi inaugurado no fim de 2018 em comemoração aos 100 anos do reconhecimento de Campo Grande como cidade e como uma das fases da revitalização da região central.

Endereço: rua Calógeras com av. Mato Grosso, Centro.
Funcionamento: aberto ao público 24 horas.


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